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IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO O Rosário
(SITE EM CONSTRUÇÃO)
MISSAS:
SEGUNDA A SÁBADO:
09:00h e 18:00h
DOMINGO:
08:30h - 10:00h - 11:30h - 18:00 - 19:30
A origem da devoção à Nossa Senhora do Rosário é muito antiga, mas sua propagação tomou impulso com São Domingos, que passava horas de suas noites diante do sacrário, implorando a ajuda de Deus para combater as heresias que grassavam por toda a Europa.
São Domingos de Gusmão fundou a Ordem Dominicana em 1216 com o objetivo de que se dedicassem à Pregação do Evangelho no mundo inteiro: "Ide e anunciai o Evangelho a todos os povos." (Mc. 16, 15). Por causa deste "carisma" da pregação foram chamados de "ORDEM DOS PREGADORES". O Ideal de São Domingos e seus seguidores consiste em seguir a Cristo pobre, que se faz irmão de todos os homens e mulheres, a partir dos empobrecidos e marginalizados.
Antes de se unir à austera ordem, São Domingos pertencera a uma rica família de nobres da Espanha, mas, para se fazer "humilde pregador do Evangelho", deixou tudo passando a viver de esmola e procurando convencer com o diálogo e o exemplo de vida. Procurava imitar a vida dos apóstolos e dos primeiros cristãos que "...eram um só coração e uma só alma...tinham tudo em comum...eram assíduos aos ensinamentos dos apóstolos, à comunhão fraterna, à divisão do pão, às orações e, com muito vigor, davam testemunho da ressurreição do Senhor" (Atos dos Apóstolos)
Pela intensa propagação e devoção de São Domingos ao Rosário, a Igreja lhe conferiu o título de "Apóstolo do Santo Rosário" . Existem, inclusive, versões históricas que afirmam ter Nossa Senhora aparecido a São Domingos, segurando o Menino Jesus no colo e oferecendo-lhe o Santo Rosário, cuja propagação teria tomado impulso por pedido pessoal de Maria Santíssima. A imagem de Virgem, com o Menino Jesus ao colo, entregando o Rosário a São Domingos foi muito representada por grandes pintores e é a maior imagem da Igreja do Leme, no centro, acima do altar.
São Pio V foi o primeiro a incentivar e recomendar oficialmente a recitação do Rosário, que deveria ser feita à noite em família. Porém, segundo a tradição, o Rosário nascera muito antes disso, ainda na época medieval, simbolizando uma grinalda de rosas oferecida à Nossa Senhora, como forma de expressar o grande amor e devoção dos cristãos pela Virgem Maria.
Durante a meditação sobre os mistérios da Vida de Cristo e a recitação, seguida das Ave-Marias e Pais-Nossos quando rezamos o terço, nos colocamos em sintonia com os nossos problemas e aflições, e permitimos que nossas súplicas cheguem ao céu para que Nossa Senhora interceda por nós junto a Deus Pai.
À recitação do Rosário é que a Igreja atribui seus maiores triunfos e, grata, atesta, pela boca dos Sumos Pontífices que, "pelo Rosário todos os dias desce uma chuva de bênçãos sobre o povo cristão" (Urbano V); "que é a oração oportuna para honrar a Deus e à Virgem, como afastar bem longe os iminentes perigos do mundo" (Sixto IV); "propagando-se esta devoção, os cristãos, entregues à meditação dos mistérios, inflamados por esta oração, começarão a transformar-se em outros homens, as trevas da heresia dissipar-se-ão e difundir-se-á a luz da fé católica" (São Pio V); "desejamos ver sempre mais esta piedosa prática tornar-se devoção verdadeiramente popular, de todos os lugares, de todos os dias" (Leão XIII).
Nos mistérios do Rosário, contemplamos todas as fases do Evangelho: Os mistérios gozosos retratam as meditações da anunciação do Anjo a Nossa Senhora, a visitação de Maria à Santa Isabel, o nascimento triunfante de Jesus, sua apresentação no templo e Jesus entre os doutores da lei. Nos mistérios dolorosos contemplamos a agonia de Jesus no horto, a flagelação de Jesus, a coroação de espinhos, o calvário, a crucificação e morte de Jesus. Nos mistérios gloriosos, a Ressurreição de Jesus, a sua Ascensão aos céus, a vinda do Espírito Santo sobre Maria e os Apóstolos , sua Assunção e gloriosa Coroação.
E, sob inspiração maternal de Nossa Senhora, no dia 16/10/2002, pela carta apostólica Rosarium Virginis Mariae, Sua Santidade o Papa João Paulo II acrescentou ao Rosário os Mistérios Luminosos, que retratam a vida pública de Jesus, desde o seu batismo no Jordão, o primeiro milagre nas Bodas de Caná, proclamação do reino, transfiguração e instituição da Eucaristia. Estes mistérios foram inseridos entre os mistérios gozosos e os dolorosos, formando um perfeito complemento da meditação da Bíblia.
A devoção vem atravessando séculos sempre com o empenho da Santa Igreja de difundi-la. Tem a virtude de nutrir em nós o recolhimento, pondo-nos em contato com os mistérios de nossa religião. É a oração do sábio e do ignorante, pois, como nenhuma outra, se adapta à capacidade de todos.
A VISÃO DA MÃE DE SÃO DOMINGOS
São Domingos nasceu em 1170 em Caleruega, na Espanha, filho de Félix Gusmão e da Beata Joana de Aza, que escolheu se nome em honra a São Domingos de Silos. Quando estava grávida, teve uma visão de seu filho sob a forma de um cão que trazia na boca uma tocha acesa que irradiava luz sobre o mundo inteiro. Desde então, esta visão tornou-se um símbolo único e exclusivo da Ordem Dominicana. Em nossa Igreja, esculturas do símbolo são vista sobre as colunas laterais.

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